木南日菜

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quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Conserva??o e Restauro de uma escultura de Nossa Senhora com o Menino


Escultura de Nossa Senhora com o Menino -
Registos fotográficos antes e após a interven??o de Conserva??o e Restauro
(Levantamento de repintes)

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Conserva??o e Restauro de uma pintura sobre tábua - S?o Roque de Montpellier


Vista geral da obra antes e após a interven??o de C&R. 
Verificavam-se inúmeros problemas de conserva??o nesta obra, 
salientando-se o mais notório de todos, ou seja,
as lacunas na superfície polícroma, 
as quais prejudicavam e interrompiam a leitura completa 
e correcta da obra, bem como o seu discurso pictórico. 
O resultado final é bastante satisfatório
 e mais um dos nossos clientes 
ficou plenamente satisfeito com os nossos servi?os.

ter?a-feira, 9 de dezembro de 2014

Destacamentos de policromia

Início da fase de pré-fixa??o da policromia em desagrega??o,
 numa pintura sobre suporte de madeira. Momentos difíceis.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Interven??o de C&R numa escultura de vestir de cariz processional

Interven??o de C&R numa escultura de vestir de cariz processional, 
representando o Senhor Jesus dos Passos.
 Registo fotográfico do rosto antes e após a interven??o.



quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Senhor dos Passos - fase final da interven??o de C&R

Fase final dos trabalhos de c&r. Aspecto do rosto após a interven??o, antecipando a coloca??o da embalagem de protec??o para entrega ao cliente.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Obra em interven??o de Conserva??o e Restauro - Escultura do Senhor dos Passos

Rosto de uma escultura de vestir, 
de cariz processional, 
representando o Senhor dos Passos.
fase da reintegra??o cromática. 

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Conserva??o e Restauro - pintura sobre madeira representando S?oDomingos de Gusm?o

Em tempo de "silly season", damos por concluído mais um trabalho de C&R numa tábua que representa o fundador da Ordem dos Pregadores (Dominicanos). Existiam Vários problemas de conserva??o nesta obra, tanto ao nível do suporte, bem como ao que concerne às camadas superficiais (policromia e prepara??o), os quais foram eliminados, restituindo à obra a sua dignidade e beleza intrínseca. 
Obrigado por visitar o nosso blog.
Vamos ao próximo!

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Aula na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT-UNL) - A experiência de um Conservador-restaurador

Ontem estive na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT-UNL) a convite de uma colega responsável por uma das cadeiras do 3? ano da Licenciatura em Conserva??o e Restauro. O objectivo da aula era a transmiss?o da minha experiência enquanto Conservador-restaurador, bem como a minha rela??o com os meus clientes-tipo (Paróquias, Misericórdias, Irmandades, Confrarias, etc). Foi uma apresenta??o bastante interessante e que considero terá sido proveitosa, tanto para os estudantes, como para mim próprio. Procurei na minha interven??o abordar vários aspectos relacionados directamente com a actividade da C&R, mas também falar das rela??es humanas entre o Conservador-restaurador e os responsáveis tutelares de muito do Património Cultural Nacional. Foram ainda abordados os temas dos pseudo-restauros, interven??es inadequadas e mal dirigidas e a precariedade no armazenamento e acondicionamento de bens culturais religiosos que n?o est?o ao culto. A minha abordagem procurou ainda sensibilizar e evidenciar as dificuldades que um conservador-restaurador sente, ao ingressar numa carreira independente, no sector da C&R dos Bens Culturais. Por outro lado, constatei que continuam a existir dificuldades e fragilidades na forma??o de conservadores-restauradores (provavelmente agravadas com a introdu??o de Bolonha...) e s?o escamoteados vários temas fundamentais para quem irá no futuro exercer esta profiss?o. ? óbvio que n?o se poder?o nunca abordar todos os temas e áreas de forma??o relacionadas com a actividade e, concomitantemente, alguns pontos de debate importantes, tender?o a ser esquecidos, n?o fazendo parte da matéria curricular... Mas cada institui??o terá os seus métodos e caminhos a trilhar, tendo cada uma delas procurado seguir certamente um programa que considera mais consistente e adequado à forma??o dos conservadores-restauradores. 
Experiência a repetir!

quinta-feira, 6 de mar?o de 2014

CONGRESSO: de Viollet-le-Duc à Carta de Veneza - Teoria e prática do restauro no espa?o Ibero-Americano

A colocar na agenda.
 Formulário de inscri??o disponível a partir de Abril.
Call for papers: 
Até 30 de Abril de 2014 - envio de resumos; 
30 maio - notifica??o de aceita??o;
26 Setembro- envio de comunica??es; 
24 Outubro- notifica??o de aceita??o/pedido de altera??es;
05 de Novembro - texto final para publica??o


ter?a-feira, 24 de dezembro de 2013

Boas Festas!

Desejamos a todos os nossos clientes, amigos, visitantes do blog e interessados na boa conserva??o do Património Cultural, um Santo e Feliz Natal, com muita esperan?a num mundo melhor, mais fraterno e solidário. Boas Festas!
(Na imagem: Pormenor do Presépio da Basílica dos Mártires -
Datado do século XVIII, este presépio encontra-se 
montado numa maquineta original do mesmo século. 
Algumas das figuras em terracota s?o atribuídas à 
escola de Machado de Castro, sendo-lhe, ainda, 
apontadas influências da tradi??o presepista do norte.)

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

CONSERVA??O E RESTAURO - ESCULTURA DE NOSSA SENHORA DA CONCEI??O

                                                              -antes da interven??o-
-após a interven??o-
Vista geral de uma imagem escultórica do Sec. XVIII,  representativa de  N? Sr?da Concei??o, ficando-nos a dúvida se a sua invoca??o original seria esta... (N? Sr? da Ascens?o?).  Esta obra apresenta repolicromia total, sendo a mesma mantida por op??o do proprietário. A obra era afectada por diversas patologias, desde inúmeros elementos metálicos oxidados, os quais afectavam já as camadas de prepara??o e policromia.Além disso, verificava-se também ataque parcial de insectos xilófagos, oxida??o da folha de prata na base, destacamentos da policromia, bem como lacunas na mesma... Nos fotogramas observamos a obra antes e após a interven??o de conserva??o e restauro.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

CONSERVA??O E RESTAURO - ESCULTURA DE NOSSA SENHORA DAS MERC?S


Imagem escultórica em madeira policromada (Sec. XVII),  representando N? Sr? das Mercês. Aspecto do rosto e peito antes e após a interven??o de conserva??o e restauro. No registo superior s?o visíveis as lacunas da policromia bastante pronunciadas, verificando-se já no fotograma inferior o preenchimento e reintegra??o das mesmas.

ter?a-feira, 27 de novembro de 2012

SAGRADO CORA??O DE JESUS



Imagem em gesso policromado, de meados do Sec.XX,
a qual apresentava várias patologias ao nível do suporte
e das camadas superficiais.
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

CONSERVA??O E RESTAURO - CRISTO CRUCIFICADO EM MARFIM





Imagem indo-portuguesa de
Cristo crucificado agonizante
de finais de Setecentos.
Marfim com vestígios de policromia.
Cruz n?o coeva.
A patologia mais problemática observada
era a fractura do bra?o direito,
na zona de encaixe no tronco.
Registos antes e após a
interven??o de conserva??o e restauro.
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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

NOTA DE OPINI?O PUBLICADA NA REVISTA "INVENIRE" N? 3 * JUL.- DEZ. 2011 (REVISTA DOS BENS CULTURAIS DA IGREJA)

remo??o de repintes numa escultura em madeira policromada

*Imagens ou esculturas? Entre a expectativa dos fiéis e as necessidades da interven??o*

“ A imagem sagrada, o ícone litúrgico, representa principalmente Cristo. N?o pode representar o Deus invisível e incompreensível; foi a Encarna??o do Filho de Deus que inaugurou uma nova economia das imagens… A iconografia crist? transp?e para a imagem a mensagem evangélica que a Sagrada Escritura transmite pela palavra. Imagem e Palavra esclarecem-se mutuamente (…)”[1]

Com este pequeno excerto, podemos considerar o quanto a interven??o de conserva??o e/ou restauro é sempre complexa e delicada, aumentando a complexidade quando a obra a intervencionar mantém as suas características cultuais e devocionais, sobretudo quando a ac??o implique a altera??o do aspecto estético que os fieis est?o habituados a contemplar, no caso em que as obras tenham sido alvo de interven??es anteriores duvidosas e pseudo-restauros que tenham provocado altera??es marcantes nas mesmas. Ora, “a obra de arte é, em primeiro lugar, resultante do fazer humano e, enquanto tal, n?o deve depender para o seu reconhecimento das altern?ncias de gosto ou de moda (…)”[2]

Assim, consideramos pertinente abordar aqui de forma sucinta este tema, focando-o essencialmente neste aspecto: Imagens/Esculturas repintadas?  Conviver com elas ou buscar a sua essência original?
Em todas as paróquias esta situa??o é problemática, pois qualquer de nós, envolvidos na preserva??o do património cultural, já verificou que n?o existe praticamente nenhum espa?o litúrgico, no qual n?o exista uma ou mais pe?as repintadas/repolicromadas, sejam elas bens integrados, sejam móveis, como é o caso específico da imaginária. Na maior parte dos casos ser?o situa??es ocorridas em tempos bastante recuados, embora coexistam também situa??es mais recentes. E, é aí que reside o problema, pois na maior parte dos casos, os fiéis habituaram-se ao aspecto adulterado que a imagem emana, ignorando tal facto. Em muitos casos, nunca conheceram a pe?a no seu estado original, dificultando pois assim a aceita??o de uma interven??o que vá alterar aquilo que lhes é familiar e com que convivem e veneram desde sempre.

O conservador-restaurador nunca pode dissociar escultura e imagem no ?mbito da interven??o que efectua, num contexto em que a obra esteja num espa?o cultual, porquanto o valor estético e artístico que a primeira encerra está concomitantemente dependente da mensagem da segunda e vice-versa. Para o fiel, o que conta é a imagem. O que ela representa como exemplo de vida de alguém que para si é um arquétipo virtuoso, um modelo a seguir. No entanto, é também a miss?o do conservador-restaurador contribuir para a (in)forma??o e educa??o patrimonial do público em geral e, em especial, do grupo-alvo abordado. Para isso, deverá o mesmo promover ac??es de sensibiliza??o na paróquia onde irá actuar, a fim de esclarecer dúvidas e afastar receios, no que respeita á interven??o a realizar em determinada pe?a.

Finalizando esta nossa pequena reflex?o, consideramos ser muito importante promover mecanismos de diálogo que permitam, com a boa vontade de todos os envolvidos, diminuir os riscos consequentes da manipula??o das obras. Apesar da complexidade que envolve o universo dos bens culturais, podemos concluir que é necessário cimentar uma profunda mudan?a de mentalidade, quer ao nível dos profissionais envolvidos, bem como dos responsáveis pela tutela e manuten??o dos mesmos.
A conserva??o do Património deve fazer-se a favor da comunidade, com a comunidade e n?o contra ela.

                                      Eurico Rodrigues Conde
                                    (Conservador-restaurador)

Bibliografia
BRANDI, Cesare, Teoria do Restauro. Edi??es Orion. Amadora, 2006.
CALVO, Ana, Conservacion y Restauracíon – Materiales, Técnicas y Procedimientos – de la A a la Z. Ediciones del Serbal. Barcelona, 1997.
CARVALHO, Maria Jo?o Vilhena de, Normas de Inventário. Artes Plásticas e Artes Decorativas. Escultura. IPM. Lisboa, 2004.
CATECISMO DA IGREJA CAT?LICA, Gráfica de Coimbra, Lda, 1993.
CLERIN, Ph., La Sculpture. Toutes les techniques, Paris, 1988.
L?PEZ, Maria José Gonzalez, Metodologia de Estudio y Criterios de Intervencíon en Escultura Policromada en el IAPH (II), Ph. Boletín del Instituto Andaluz del Patrimonio Histórico. Núm. 12. 1995. Pag. 44-49.
PHILIPPOT, Paul, La Restauration des Sculptures Polychromes. Studies in Conservation - International Institute for Conservation of Historic and Artistic Works. Vol. 15, N? 4, 1970.

[1] Catecismo da Igreja Católica - Gráfica de Coimbra, Lda, 1993. P: 266.

[2] BRANDI, Cesare - Teoria do Restauro. Edi??es Orion. Amadora, 2006, p. 39

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

LIMPEZA QU?MICA DE POLICROMIA EM CONSERVA??O E RESTAURO





Nestes quatro registos, apresentamos várias zonas de uma
escultura de Cristo Crucificado, durante o processo de
limpeza química por via húmida (utiliza??o de solventes em solu??o).
A sujidade aderente à policromia era composta por poeiras,
fuligem de velas, pingos e escorrências de cera.
Verificava-se também a existência de
variadas concre??es e elementos estranhos à obra,
os quais foram removidos também por via mec?nica, com recurso a bisturi.
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

CONSERVA??O E RESTAURO - CRISTO CRUCIFICADO III




Pormenor da cabe?a da imagem escultórica de Cristo Crucificado,
da qual já colocámos imagens em posts anteriores.
No registo superior podemos observar uma fenda
na zona de assemblagem, bem como o
escurecimento/oxida??o do verniz de protec??o
e várias lacunas na policromia.
O fotograma inferior regista a mesma zona, após a interven??o.
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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

CONSERVA??O E RESTAURO - CRISTO CRUCIFICADO II





Como no post anterior,
apresentamos aqui registos mais aproximados de uma imagem
em madeira policromada, na qual existiam várias patologias,
tanto ao nível do suporte,
como ao nível das camadas superficiais
(ataque de insectos xilófagos, lacunas volumétricas,
repintes parciais, fungos, concre??es e sujidade de várias origens,
tais como fuligem, cera de velas, poeira...).
Registos fotográficos da zona superior
e inferior da imagem, antes e após a interven??o.
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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

CONSERVA??O E RESTAURO - CRISTO CRUCIFICADO





Imagem em madeira policromada,
na qual existiam várias patologias,
tanto ao nível do suporte,
como ao nível das camadas superficiais
(ataque de insectos xilófagos,
lacunas volumétricas, repintes parciais,
fungos, concre??es e sujidade de várias origens,
tais como fuligem, cera de velas, poeira...).
Registos fotográficos gerais da frente e reverso,
antes e após a interven??o.
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